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I Congresso do Hospital de Magalhães Lemos

5 e 6 de Dezembro de 2019

6 de Dezembro

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17:45

Tratamento da depressão resistente ao tratamento: podemos ter esperança?

Workshop

A perturbação depressiva major é uma das principais causas de incapacidade, morbilidade e mortalidade em todo o mundo. Cerca de 50% dos doentes respondem a um primeiro tratamento com um antidepressivo e perto de 35% remitem.

Ao fim de várias tentativas com fármacos diferentes, ao fim de um ano, mais de 40% dos doentes têm mau prognóstico, ou recaem no período ou não remitem.

Não existe uma definição consensual de depressão resistente (DRT), e usualmente não se sabe que entidade é referida quando se fala de “resistência”: se é pretende incluir a DRT a fármacos; se a fármacos, que estratégias estão incluídas; se abrangem fármacos e TMS ou ECT, ENV ou fototerapia por exemplo.

Igualmente, onde incluir alternativas como a psicoterapia, o exercício físico, ou os novos fármacos como a esquetamina ou os alucinogénios, como a psilocibina, não é claro ainda. Outro aspecto relevante é a inexistência de preditores prescritivos, amplamente reconhecidos e replicados, de resposta para os tratamentos na DRT.

Ainda assim, tem surgido alguns preditores de utilidade clínica e algumas estratégias terapêuticas com resultados animadores, que a ser seguidas podem melhorar o prognóstico da DRT.

Prof. Doutor Serafim Carvalho

Hospital de Magalhães Lemos

Psiquiatra – Hospital de Magalhães Lemos – Porto
Doutorado em Psicologia (FPCEUC)
Mestrado em Psiquiatria e Saúde Mental – FMUP
Psicoterapeuta e Supervisor Cognitivo-Comportamental (APTC)
Terapeuta Sexual (SPSC)
Competência em Sexologia Clínica – Ordem dos Médicos
Professor Auxiliar – Instituto Universitário de Ciências da Saúde
Investigador – CINEICC, Universidade de Coimbra